Muito feio eu digitar "deficiente visual" querendo dizer "deficiente auditivo", eu sei. Admito.
Acabei lembrando de outra história caléga, desta vez ocorrida com a minha mãe, que também é funcionária pública num posto de saúde...
Chega um surdo-mudo no posto de saúde que só se comunica por sinais. Ninguém o entende e não consegue ajudá-lo (será que ele sabia escrever? Não sei, porque nesses lugares o Brasil é muito diferente do que vemos no dia a dia).
Então o segurança tem uma brilhante ideia! Chama um dos funcionários, que também é deficiente, para traduzir o que o homem estava tentando dizer. O funcionário veio. Mas não entendeu nada.
Porque ele era cego.
- Mas ele também é deficiente, não é?? Pensei que juntando os dois...
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3 comentários:
olha, comentei aquilo sem querer tirar onda, eu fiquei meio perdido na parte do cego que entende linguagem visual, enfim.
mas quanto à ultima piada...
Tudo bem, anônimo, eu sei. Vivo trocando palavras assim, rs. Que mico.
E eu acho que já contei essa história aqui...
Tem um filme assim. Dois caras, um é cego e o outro é surdo. É com o Richard Pryor e Gene Wilder.
Em inglês é "See No Evil, Hear No Evil".
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